[Infográfico] Conheça as 6 metas internacionais de Segurança do Paciente e seus principais objetivos

Resumo
As 6 Metas Internacionais de Segurança do Paciente são diretrizes estratégicas estabelecidas para prevenir danos evitáveis e promover melhorias contínuas em áreas críticas do ambiente hospitalar. Regulamentadas no Brasil pelo Ministério da Saúde por meio da Portaria nº 529/2013 no âmbito do Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), essas metas padronizam condutas essenciais que vão desde a identificação correta do indivíduo até a prevenção de quedas e infecções assistenciais. A implementação rigorosa desses protocolos reduz riscos operacionais e assegura um cuidado de alta confiabilidade, podendo ser gerenciada de forma eficiente por soluções de inteligência clínica como o Epimed Monitor Segurança do Paciente.
Principais tópicos abordados
- Regulamentação e Diretrizes do PNSP: A fundamentação legal das metas no Brasil pela Portaria MS nº 529/2013, que instituiu o Programa Nacional de Segurança do Paciente para mitigar falhas assistenciais.
- Meta 1 – Identificação Correta do Paciente
- Meta 2 – Comunicação Efetiva
- Meta 3 – Segurança Medicamentosa
- Meta 4 – Cirurgia Segura
- Meta 5 – Redução do Risco de Infecção Associada ao Cuidado (IRAS)
- Meta 6 – Prevenção de Danos Decorrentes de Quedas
- Tecnologia Aplicada à Gestão de Segurança: O papel do Epimed Monitor Segurança do Paciente na automação, acompanhamento e alcance efetivo das metas internacionais.
Conteúdo
As seis metas internacionais de Segurança do Paciente têm como finalidade a promoção de melhorias específicas em áreas problemáticas na assistência, evitando que ocorram danos ao paciente.
O Ministério da Saúde, por meio da Portaria 529, de 1 de abril de 2013, instituiu o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), que define diretrizes importantes sobre essas metas. Confira:
Meta 1: Identificar corretamente o paciente
Erros de identificação de pacientes ocorrem em praticamente todo o fluxo assistencial, desde o diagnóstico ao tratamento.
Essa meta tem por objetivo identificar de forma confiável o paciente como a pessoa para quem o serviço (medicamentos, sangue ou hemoderivados, exames, cirurgias etc.) ou tratamento se destina.
Meta 2: Melhorar a comunicação entre profissionais de saúde
Informações institucionais são compartilhadas entre profissionais, processos, paciente e familiares.
Essa meta tem a finalidade de desenvolver uma abordagem para melhorar a comunicação entre os prestadores de cuidado, estabelecendo uma comunicação efetiva, oportuna, precisa, completa, sem ambiguidade e compreendida pelo receptor.
Meta 3: Melhorar a segurança na prescrição, no uso e na administração de medicamentos
Os medicamentos de alta vigilância possuem risco aumentado de provocar danos significativos aos pacientes quando ocorre falha na utilização deles.
Essa meta tem como intuito padronizar procedimentos para garantir a segurança no armazenamento, dispensação e utilização de medicamentos de alta vigilância e que possuem nome, grafia e aparência semelhantes, prevenindo a ocorrência de uma administração inadvertida.
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