[Infográfico] Perfil dos profissionais do Núcleo de Segurança do Paciente

Resumo
Os profissionais que atuam nos Núcleos de Segurança do Paciente (NSP) desempenham um papel estratégico e indispensável na identificação de falhas assistenciais, no mapeamento de fatores contribuintes e na implementação de melhorias contínuas nos sistemas de saúde. Segundo estudo publicado na Acta Paulista de Enfermagem, o setor é amplamente protagonizado pela enfermagem — responsável por 89,5% das investigações de eventos adversos nas instituições analisadas —, apresentando uma força de trabalho predominantemente feminina (83,2%), altamente qualificada e experiente. Com uma média expressiva de 14,3 anos de formação profissional e forte especialização em Terapia Intensiva e Gestão da Qualidade, esses especialistas combinam vivência prática com embasamento técnico para fortalecer a cultura de segurança e otimizar desfechos clínicos.
Principais tópicos abordados
- Papel Estratégico do NSP: A missão central das equipes em garantir a segurança do paciente, mitigar riscos e estruturar melhorias no sistema de saúde.
- Predominância da Enfermagem: Destaque para os enfermeiros, que representam 89,5% dos profissionais responsáveis pela investigação de eventos adversos nas instituições pesquisadas.
- Perfil Demográfico: Distribuição por sexo com maciça presença feminina (83,2%) e concentração da faixa etária principal na faixa dos 39 aos 42 anos (40%).
- Nível de Qualificação e Titulação.
- Maturidade e Experiência Profissional.
Conteúdo
Estudo publicado recentemente pela revista ACTA Paulista aponta que os profissionais que atuam nos Núcleos de Segurança do Paciente assumem uma posição estratégica e extremamente relevante não somente para a organização, mas também para o sistema de saúde, com a missão de garantirem a segurança do paciente por meio da identificação dos fatores contribuintes, das falhas no cuidado e, posteriormente, da implementação de melhorias no sistema de saúde.
Confira algumas características dos profissionais que integram o núcleo de segurança do paciente:
• Enfermeiros representam 89,5% dos responsáveis pela investigação de eventos adversos nas instituições participantes;
• Os enfermeiros possuíam idade média de 39,5 anos;
• Média de 14,3 anos de formação profissional;
• Média 9,2 anos de atuação na prática assistencial;
• Especialização: 58,8% eram pós-graduados em terapia intensiva e 79% formados em gestão da qualidade.
Para acessar o infográfico, clique abaixo e faça o download do arquivo gratuitamente.







