Epimed Monitor: a maior base de dados de terapia intensiva do mundo registra 10 milhões de internações
Nossa base de dados de terapia intensiva acaba de alcançar 10 milhões de pacientes monitorados! Um marco construído ao longo de 18 anos de compromisso com a ciência, a qualidade assistencial e a segurança do paciente. São mais de 10 milhões de registros que, tratados com rigor científico e transformados em inteligência clínica, revelam
O que muda na prática do profissional de saúde com IA de verdade
Resumo: A inteligência artificial gera valor na saúde quando deixa de ser uma ferramenta isolada e passa a fazer parte do fluxo assistencial. Integrada à rotina clínica e gerencial, ela transforma dados em informações contextualizadas, apoia a tomada de decisão em tempo real, antecipa riscos e contribui para um cuidado mais seguro, eficiente e
Novo Agente de Classificação de Incidentes: conheça a nova aplicação do Epimed Monitor Segurança do Paciente
A Segurança do Paciente ganhou uma nova aplicação de inteligência artificial que vai agilizar o processo de Gestão de Incidentes. A etapa de classificação é um dos principais gargalos enfrentados pelas equipes de Qualidade. Coleta de dados, revisão de prontuários, preenchimento de registros incompletos — tudo isso consome o tempo que deveria ser utilizado
IA na saúde e o protagonismo do profissional: por que o cuidado humano se torna ainda mais valioso
Resumo: A inteligência artificial está transformando a prática clínica, mas seu maior impacto não está na substituição dos profissionais de saúde. Ao assumir tarefas relacionadas ao processamento de dados, identificação de padrões e antecipação de riscos, a IA amplia a capacidade de análise das equipes e reforça a importância das competências exclusivamente humanas, como
Epimed Monitor: a plataforma de inteligência clínica que viabiliza IA na saúde
Resumo: A inteligência artificial na saúde depende de muito mais do que algoritmos avançados. Para gerar impacto real na prática clínica, é necessário contar com dados estruturados, validação científica, integração ao fluxo assistencial e governança clínica. Esses pilares permitem transformar informações em inteligência capaz de apoiar decisões, antecipar riscos e melhorar a qualidade e
Da notificação à prevenção: como a IA está transformando a segurança do paciente
Resumo: A segurança do paciente está entrando em uma nova etapa de evolução. Se, nas últimas décadas, hospitais e instituições de saúde fortaleceram seus processos de notificação, investigação e aprendizado a partir de eventos adversos, a inteligência artificial amplia essa capacidade ao permitir uma atuação cada vez mais preventiva. No sétimo artigo da série “IA
Da análise à ação: como a inteligência artificial está transformando a saúde
Resumo: A saúde está entrando em uma nova era. Após anos dedicados à digitalização de registros e à geração de relatórios, as instituições passam a avançar em direção à inteligência operacional, na qual dados são transformados em insights, previsões, recomendações e ações capazes de apoiar o cuidado ao paciente em tempo real. No sexto artigo
Nova Política Nacional de Qualidade e Segurança do Paciente reforça papel dos dados e da governança na assistência
O Ministério da Saúde publicou a Portaria GM/MS nº 11.527, de 9 de junho de 2026, que institui a Política Nacional de Qualidade e Segurança do Paciente (PNQSP). A iniciativa representa um marco para a saúde brasileira ao ampliar o escopo das ações de segurança do paciente e reforçar a qualidade assistencial como
IA na saúde e responsabilidade médica: os impactos da Resolução CFM n.º 2.454/2026
Resumo: A inteligência artificial deixou de ser uma promessa futurista para influenciar diretamente as decisões clínicas nos hospitais. Diante desse cenário, a recém-publicada Resolução CFM n.º 2.454/2026 surge como um marco histórico na medicina brasileira ao estabelecer que a IA não é apenas um assunto de tecnologia, mas de responsabilidade e governança clínica. O
IA na prática clínica: por que a inteligência precisa se integrar ao cuidado
Resumo: Embora a inteligência artificial na medicina tenha evoluído rapidamente, uma pesquisa global revela que apenas 16% dos profissionais de saúde utilizam ferramentas de IA para apoiar decisões clínicas. Esse dado indica que o maior desafio atual da tecnologia não é mais a precisão do algoritmo, mas sim a sua usabilidade à beira do




