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A Segurança do Paciente ganhou uma nova aplicação de inteligência artificial que vai agilizar o processo de Gestão de Incidentes. A etapa de classificação é um dos principais gargalos enfrentados pelas equipes de Qualidade. Coleta de dados, revisão de prontuários, preenchimento de registros incompletos — tudo isso consome o tempo que deveria ser utilizado

Resumo: A inteligência artificial está transformando a prática clínica, mas seu maior impacto não está na substituição dos profissionais de saúde. Ao assumir tarefas relacionadas ao processamento de dados, identificação de padrões e antecipação de riscos, a IA amplia a capacidade de análise das equipes e reforça a importância das competências exclusivamente humanas, como

Resumo: A inteligência artificial na saúde depende de muito mais do que algoritmos avançados. Para gerar impacto real na prática clínica, é necessário contar com dados estruturados, validação científica, integração ao fluxo assistencial e governança clínica. Esses pilares permitem transformar informações em inteligência capaz de apoiar decisões, antecipar riscos e melhorar a qualidade e

Resumo: A segurança do paciente está entrando em uma nova etapa de evolução. Se, nas últimas décadas, hospitais e instituições de saúde fortaleceram seus processos de notificação, investigação e aprendizado a partir de eventos adversos, a inteligência artificial amplia essa capacidade ao permitir uma atuação cada vez mais preventiva. No sétimo artigo da série “IA

Resumo: A saúde está entrando em uma nova era. Após anos dedicados à digitalização de registros e à geração de relatórios, as instituições passam a avançar em direção à inteligência operacional, na qual dados são transformados em insights, previsões, recomendações e ações capazes de apoiar o cuidado ao paciente em tempo real. No sexto artigo

Resumo: A inteligência artificial deixou de ser uma promessa futurista para influenciar diretamente as decisões clínicas nos hospitais. Diante desse cenário, a recém-publicada Resolução CFM n.º 2.454/2026 surge como um marco histórico na medicina brasileira ao estabelecer que a IA não é apenas um assunto de tecnologia, mas de responsabilidade e governança clínica. O