Novo Agente de Classificação de Incidentes: conheça a nova aplicação do Epimed Monitor Segurança do Paciente
A Segurança do Paciente ganhou uma nova aplicação de inteligência artificial que vai agilizar o processo de Gestão de Incidentes. A etapa de classificação é um dos principais gargalos enfrentados pelas equipes de Qualidade. Coleta de dados, revisão de prontuários, preenchimento de registros incompletos, tudo isso consome o tempo que deveria ser utilizado em
IA na saúde e o protagonismo do profissional: por que o cuidado humano se torna ainda mais valioso
Ao longo da história da medicina, cada grande avanço tecnológico gerou expectativas, dúvidas e transformações na forma de trabalhar. Exames laboratoriais, métodos de imagem, monitorização contínua, prontuários eletrônicos e inúmeras outras inovações modificaram a prática assistencial e ampliaram a capacidade dos profissionais de compreender e tratar seus pacientes. A inteligência artificial representa mais um
Epimed Monitor: a plataforma de inteligência clínica que viabiliza IA na saúde
Epimed Monitor: a plataforma de inteligência clínica que viabiliza IA na saúde Ao longo dos artigos anteriores publicados nesta série, abordamos os pilares que acreditamos serem fundamentais para que a Inteligência Artificial seja aplicada por instituições e profissionais de saúde de forma segura, relevante e com geração de impacto real na prática clínica. Base de
Da notificação à prevenção: como a IA está transformando a segurança do paciente
Resumo: A segurança do paciente está entrando em uma nova etapa de evolução. Se, nas últimas décadas, hospitais e instituições de saúde fortaleceram seus processos de notificação, investigação e aprendizado a partir de eventos adversos, a inteligência artificial amplia essa capacidade ao permitir uma atuação cada vez mais preventiva. No sétimo artigo da série “IA
Da análise à ação: como a inteligência artificial está transformando a saúde
Resumo: A saúde está entrando em uma nova era. Após anos dedicados à digitalização de registros e à geração de relatórios, as instituições passam a avançar em direção à inteligência operacional, na qual dados são transformados em insights, previsões, recomendações e ações capazes de apoiar o cuidado ao paciente em tempo real. No sexto artigo
Nova Política Nacional de Qualidade e Segurança do Paciente reforça papel dos dados e da governança na assistência
O Ministério da Saúde publicou a Portaria GM/MS nº 11.527, de 9 de junho de 2026, que institui a Política Nacional de Qualidade e Segurança do Paciente (PNQSP). A iniciativa representa um marco para a saúde brasileira ao ampliar o escopo das ações de segurança do paciente e reforçar a qualidade assistencial como
IA na saúde e responsabilidade médica: os impactos da Resolução CFM n.º 2.454/2026
Resumo: A inteligência artificial deixou de ser uma promessa futurista para influenciar diretamente as decisões clínicas nos hospitais. Diante desse cenário, a recém-publicada Resolução CFM n.º 2.454/2026 surge como um marco histórico na medicina brasileira ao estabelecer que a IA não é apenas um assunto de tecnologia, mas de responsabilidade e governança clínica. O
IA na prática clínica: por que a inteligência precisa se integrar ao cuidado
Resumo: Embora a inteligência artificial na medicina tenha evoluído rapidamente, uma pesquisa global revela que apenas 16% dos profissionais de saúde utilizam ferramentas de IA para apoiar decisões clínicas. Esse dado indica que o maior desafio atual da tecnologia não é mais a precisão do algoritmo, mas sim a sua usabilidade à beira do
Do algoritmo ao cuidado real: a importância da validação clínica da IA
Resumo: A inteligência artificial avança rapidamente na medicina, mas uma estatística do MIT revela que cerca de 95% dos projetos-piloto de IA falham ao serem implementados no mundo real. A razão? Uma excelente acurácia técnica em ambientes controlados não garante segurança à beira do leito. O terceiro artigo da série editorial "IA na Saúde:
O papel da curadoria de dados na confiabilidade da IA em saúde
Resumo: No atual cenário de expansão da Inteligência Artificial na saúde, o maior desafio para sua consolidação não é tecnológico, mas sim a qualidade da matéria-prima que a alimenta. Volume de dados não se traduz, necessariamente, em valor clínico. O segundo artigo da série editorial "IA na Saúde: Credibilidade, Segurança e Impacto na Prática



