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[Artigo] Segurança do paciente além do hospital: como estruturar a gestão de incidentes nas instituições de saúde extra-hospitalares

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Resumo:
A segurança do paciente deixou de ser um desafio restrito ao ambiente hospitalar. Com a expansão do cuidado domiciliar e ambulatorial, das clínicas especializadas, dos serviços de saúde mental, da atenção primária e da telemedicina, os riscos assistenciais passaram a se manifestar em múltiplos pontos da jornada do paciente.

Nesse cenário, implementar a gestão de risco em instituições extra-hospitalares tornou-se uma necessidade estratégica, regulatória e ética. Mais do que adaptar ferramentas desenvolvidas para hospitais, é necessário construir estruturas compatíveis com a realidade operacional desses serviços, capazes de identificar riscos, registrar incidentes, analisar causas, fortalecer barreiras de segurança e promover a melhoria contínua.

Este material apresenta os principais fundamentos, desafios e caminhos práticos para estruturar a gestão de risco fora do ambiente hospitalar, com foco em governança, cultura de segurança, uso de dados, tecnologia e maturidade organizacional.

Tópicos abordados:

  • Por que o ambiente extra-hospitalar é um novo território de risco?
  • O que é gestão de risco no contexto extra-hospitalar?
  • Os seis pilares da gestão de risco extra-hospitalar
  • Onde o risco se manifesta: principais serviços e modalidades assistenciais
  • A regulação existe — e precisa ser levada a sério
  • O papel da tecnologia na notificação, análise e monitoramento de incidentes
  • Por onde começar a gestão de risco nas instituições extra-hospitalares?
  • A segurança do paciente não tem endereço fixo

Conteúdo:

Durante décadas, os esforços relacionados à segurança do paciente concentraram-se no ambiente hospitalar. Hoje, com a expansão acelerada do cuidado domiciliar e ambulatorial, das clínicas especializadas, dos consultórios e dos serviços comunitários de saúde mental, surge uma questão central: os serviços extra-hospitalares estão preparados para gerenciar os riscos inerentes ao cuidado?

Por que o ambiente extra-hospitalar é um novo território de risco?
O conceito de continuidade do cuidado, amplamente utilizado pela Joint Commission International (JCI) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS), reconhece que o paciente transita por múltiplos pontos de contato ao longo de sua jornada assistencial.

Para continuar lendo o artigo “Tempo Médio de Permanência e Taxa de Utilização de Recursos Padronizada: indicadores-chave na análise de eficiência em UTIs” faça o download no botão abaixo.

 

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