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[Artigo] Elaboração de um plano de segurança do paciente

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Resumo

O Plano de Segurança do Paciente é um instrumento fundamental para a consolidação de uma assistência hospitalar segura, eficiente e de alta qualidade. Regulamentado pela RDC nº 36/2013, este documento mapeia riscos e define ações preventivas que devem guiar todas as etapas do atendimento ao paciente. Abaixo, apresentamos um resumo estruturado com os principais tópicos abordados sobre a elaboração e a importância desse plano nas instituições de saúde.


Principais tópicos abordados

  • O que é o Plano de Segurança do Paciente?
  • Quem deve Elaborar o Plano de Segurança do Paciente?
  • Objetivos e Benefícios da Implantação do PSP
  • Estrutura Operacional e Obrigatoriedade (RDC 36/13)
  • Requisitos e Protocolos Essenciais do Plano
  • Qual é o papel do Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) no plano?
  • Quais protocolos do Ministério da Saúde devem constar no plano?
    O plano deve contemplar protocolos essenciais como identificação do paciente, cirurgia segura, comunicação efetiva, higienização das mãos, segurança na administração de medicamentos e sangue, prevenção de quedas e UPP, além do controle de infecções hospitalares.

Conteúdo

De acordo com o manual do Ministério da Saúde, o plano de segurança do paciente é um documento que levanta as situações de risco e descreve as ações para prevenção e controle do risco em todas as fases de assistência ao paciente. A elaboração do plano deve ser feita pela equipe multidisciplinar juntamente com a gerência de risco ligada ao núcleo de segurança do paciente.

A implantação do plano objetiva reduzir a probabilidade de ocorrência dos eventos adversos. O plano tem enfoque na melhoria contínua dos processos assistenciais, na disseminação da cultura de segurança e na integração entre as áreas relacionadas ao processo de assistência à saúde, garantindo as boas práticas no funcionamento do serviço de saúde.

Segundo a RDC 36/13, a criação do plano é obrigatória. Nesse documento são estabelecidas ações para promover a segurança e a qualidade dos processos de trabalho nos serviços de saúde. As estratégias devem ser descritas até nível operacional, com um cronograma de implantação identificando os responsáveis.

Para instituir o plano de segurança do paciente, é necessário estabelecer ações e estratégias para a gestão de risco, e constar os seguintes tópicos da instituição:

  • Identificação, análise, avaliação e monitoramentos dos riscos na instituição;
  • Integrar os diferentes processos da gestão de risco;
  • Implementar os protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde, como:
  1. Identificação do paciente;
  2. Cirurgia segura;
  3. Comunicação efetiva;
  4. Higienização das mãos;
  5. Segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos;
  6. Segurança na prescrição, uso e administração de sangue e hemocomponentes;
  7. Segurança no uso de equipamentos e…

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